Acolher sua dor é o primeiro passo para transformá-la!
Olá, prazer!
Meu nome é Maisa, sou psicóloga e pós-graduada em psicanálise.
Ofereço um espaço de escuta, acolhimento e reflexão para pessoas que desejam compreender melhor suas emoções, relações e vivências.
A psicanálise pode ser um caminho importante para quem sente que algo precisa ser elaborado, para quem busca mais clareza sobre si mesmo ou simplesmente deseja um espaço seguro para falar e se escutar.
Cada pessoa tem sua própria história, seus desafios e seu tempo. Por isso, o processo analítico é construído com cuidado, respeito e atenção à singularidade de cada um.
Hoje, acompanho adolescentes, adultos e idosos, com a flexibilidade do atendimento online ou no consultório presencial na Tijuca.
Se você sente que esse é o seu momento, para juntos começarmos um trabalho de análise, estou à disposição pelo WhatsApp abaixo.
Sessões semanais, realizadas de forma online ou presencial, no consultório na Tijuca - RJ. Valores e horários são combinados diretamente pelo WhatsApp.
No primeiro contato, conversamos brevemente para entender sua demanda e combinar os próximos passos.
Viver com ansiedade é como tentar ler o último capítulo de um livro enquanto ainda se está na primeira página. O corpo está aqui, mas o pensamento já atravessou a rua, subiu a montanha e tropeçou em problemas que ainda nem existem.
Na análise, buscamos recalibrar esse relógio interno. Não se trata de parar o tempo, mas de aprender a caminhar no ritmo dos próprios passos, descobrindo que o amanhã não precisa ser um peso que você carrega hoje.
A depressão muitas vezes se parece com um nevoeiro espesso que apaga as cores do mundo e o contorno das coisas que antes nos davam prazer. É como se a vida tivesse ficado "muda".
O trabalho analítico não é puxar ninguém para fora à força, mas sim acender uma pequena lanterna e sentar-se ao lado. É validar esse silêncio para que, aos poucos, as palavras voltem a ter som e o mundo recupere suas cores, um tom de cada vez.
Sabe quando um fio de lã se embola tanto que parece impossível desfazer? A gente tenta puxar com força, mas o nó só aperta.
Na sessão, nós não cortamos o fio; nós olhamos para o nó com paciência. Vamos entendendo como ele foi feito para que, aos poucos, as mãos ganhem a destreza necessária para afrouxá-lo, devolvendo o movimento à vida.
Existem fases em que parece que o barco da nossa vida perdeu o leme. O céu escurece e as ondas das incertezas, sejam elas profissionais, afetivas ou existenciais, batem com força.
A análise não faz a tempestade parar imediatamente, mas ela oferece um porto seguro onde você pode ancorar enquanto as águas se acalmam. É o lugar onde você aprende a ler as estrelas e a retomar o controle do seu próprio curso, mesmo quando o horizonte ainda parece incerto.
Muitas vezes, carregamos malas pesadíssimas pelo caminho, cheias de expectativas, culpas e desejos que pertencem aos nossos pais, parceiros ou amigos. Chega um momento em que o corpo cansa e o passo trava.
Na sessão, abrimos essas malas. Olhamos para cada item e perguntamos: "Isso é seu ou te deram para carregar?". Analisar é o ato de devolver o que é do outro para que você possa caminhar apenas com o peso da sua própria história.
Viver com a autoestima ferida é como caminhar em um labirinto onde todos os espelhos estão deformados. Em um, você se vê pequeno demais; no outro, fragmentado.
A análise não é um martelo que quebra esses espelhos, mas um convite para você fechar os olhos por um instante e escutar quem você é, além do que os outros refletiram. É aprender a reconhecer a própria imagem sem precisar da aprovação constante do reflexo alheio.
Viver sem saber o que queremos é como ser um rio que transborda e se perde na terra, sem força para seguir adiante.
A análise ajuda a construir as "margens". Quando entendemos nossos limites e o que realmente nos move, a água ganha direção e profundidade. Ter margens não é estar preso; é ter força para fluir em direção ao próprio mar.
Muitas vezes, vivemos apenas nos corredores de entrada de quem somos, repetindo os mesmos passos.
A análise é como encontrar uma chave antiga para portas que você nem sabia que existiam. Não se trata de "consertar" o castelo, mas de iluminar os cômodos escuros para que você possa transitar por toda a sua história sem medo de se perder.
Nossa vida é feita de pedaços: o que nos disseram, o que vivemos e o que sonhamos. Às vezes, esses retalhos parecem não combinar.
No espaço da escuta, começamos a costurar essas partes. Algumas feridas viram cicatrizes que contam histórias, e o que era apenas "pedaço" passa a formar uma unidade que te aquece e te representa.
Às vezes, olhamos para o mundo através de uma lente que o tempo e as experiências embaçaram. Passamos a acreditar que o mundo é cinza ou confuso, quando, na verdade, é o nosso olhar que está cansado.
A análise funciona como um pano delicado que limpa essa lente, permitindo que você enxergue as cores reais das suas escolhas e a nitidez das suas possibilidades.
A queixa que repetimos todos os dias é como um eco em uma montanha: ouvimos a própria voz, mas ela parece vir de fora, como se fosse o destino ou a culpa do outro.
Na análise, o silêncio e a pontuação permitem que você perceba que a voz do eco é sua. Ao se apropriar da sua fala, o barulho diminui e abre espaço para uma conversa nova e autêntica com você mesmo.
O luto não é um caminho que termina, mas uma nova forma de caminhar. No início, a ausência é como uma pedra pesada no sapato que impede cada passo. Com o tempo e a escuta, essa "pedra" não desaparece, mas ela é retirada do sapato e guardada no bolso. Ela se transforma em memória.
O luto na análise é o processo de dar um lugar para essa cadeira vazia dentro de nós, permitindo que a saudade seja um cais, e não um naufrágio.
Depoimentos
Maisa Favorett Alves | CRP 05/84962
Graduação em Psicologia
Pós-graduação em Psicanálise
Coordenadora da Rede Psis